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Mostrando postagens de Setembro, 2009

Aconteceu

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Mar-jorie e Sabri...sim é LINDA!
"Aconteceu quando a gente não esperava Aconteceu sem um sino pra tocar
Aconteceu diferente das histórias
Que os romances e a memória

Têm costume de contar
Aconteceu sem que o chão tivesse estrelas
Aconteceu sem um raio de luar
O nosso amor foi chegando de mansinho

Se espalhou devagarinho
Foi ficando até ficar
Aconteceu sem que o mundo agradecesse
Sem que rosas florescessem

Sem um canto de louvor
Aconteceu sem que houvesse nenhum drama
Só o tempo fez a cama
Como em todo grande amor..."

Adriana Calcanhoto
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Encontro amoroso

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Albano e Warat, O amor, palavrinha do impossível, rompe com a certeza, com a forma, com a lógica.Talvez por isso seja tão difícil falar sobre o amor. O homem, carente de ordem, tenta logo enquadrar este sentimento que não se deixa capturar por nenhuma explicação lógica. E talvez por isso também o homem moderno tema tanto o encontro amoroso. Porque o amor, já disseram os poetas, não se explica, se sente. E o homem moderno tem medo de sentir.E tudo que a gente fale de amor, vai ser sempre tentativa. E mesmo assim falar de amor vai ser sempre fascinante.
E seguimos tateando...O amor, poderoso sentimento, talvez seja tão difícil de explicar porque ele mesmo não exige.Este sentimento,que nasce do encontro amoroso, no encontro com o outro, não precisa de palavras para existir.Ele se faz no olhar do outro, no toque do outro, no corpo do outro.Desse outro que não se explica.Eu te amo pelo que tu és, e quem tu és eu não sei. Mas o fato de não saber-te não altera o meu amor.Ou talvez pudéssemos di…

Vambora

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Entre por essa porta agora E diga que me adora Você tem meia hora Prá mudar a minha vida Vem, vambora Que o que você demora É o que o tempo leva...
Ainda tem o seu perfume
Pela casa Ainda tem você na sala Porque meu coração dispara? Quando tem o seu cheiro Dentro de um livro Dentro da noite veloz...
Ainda tem o seu perfume
Pela casa Ainda tem você na sala Porque meu coração dispara? Quando tem o seu cheiro Dentro de um livro Na cinza das horas...
Adriana Calcanhoto
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Para me refazer e te refazer volto ao meu estado de jardim e sombra fresca realidade, mal existo e se existo é com delicado cuidado. Em redor da sombra faz calor de um suor abundante. Estou viva. Mas sinto que ainda não alcancei os meus limites, fronteiras com o que? Sem fronteiras, a aventura da liberdade perigosa. Mas arrisco, vivo arriscando. Estou cheia de acácias balançando amarelas, e eu que mal e mal comecei minha jornada, começo-a com um censo de tragédia adivinhando para que oceano perdido vão meus passos de vida. E doidamente apodero dos desvãos de mim, meus desvarios me sufocam de tanta beleza. Eu sou antes, eu sou quase, eu sou nunca. Clarice Lispector. Água Viva.
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Permita-se.
Aposte todas as suas fichas.
Jogue alto.
"...perder-se também é um caminho!"
(C. Lispector)
Roubado do blog da Érica http://olharamais.blogspot.com/

Denise

Denise,

Só hoje encontrei teu recado no post.
Estava relendo alguns, e este em que você escreveu, será meu tema de doutorado.
Um tema complexo e apaixonante.

Que bacana que vc curtiu o blog.
Nos vemos em Santa Maria?

Um grande beijo.
__________________

Olá Andréa,

Hoje, primeira vez no teu blog e já estou apaixonadaaa!
Esse post sobre o afeto e o combate a violência demonstrou-me a complexidade de não ‘coisificar’ pessoas – reduzir o humano e o afeto, ou completamente atrofiarmos a capacidade de sentir com o outro ou minimamente respeitá-lo.

Já estou sua fã – conheci vc no café filosófico em Santa Maria gostei muito, pois Vino e Sofia foi algo como uma ‘meta-referência’ - muitos significados rsrsrsr – Entrei em contato com Albano e Warat ((que privilégio)) e como disse, hoje cheguei ao teu blog...Estarei frequentando mais vezes,

Um abraço
Denise

9 de Setembro de 2009 19:41

Fidelidade.

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O problema da fidelidade.

Taberna.

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20 de setembro de 2019.

Quem está fora não entende, quem nunca entrou nesta taberna se intriga. Onde fica? Onde está esta Taberna de que tanto eles falam?Com certeza já passaram muitas vezes na frente, mas não viram. Porque é preciso saber ver. Chego correndo na porta da Taberna. Deixo cair da bolsa agulhas e linhas coloridas que separei especialmente para este momento.Te encontro impaciente com meu atraso, mas logo te desmancha num sorriso, ao perceber que a demora se explica na bolsa. E como tu já me conheces desde 2009, sabes que para nossos encontros escolho lenta, linhas e agulhas de qualidade. "Te falei que ela vinha. Atrasa sempre por bons motivos, ela lenta, neste 10 anos aprendemos".Diz o Albano paciente. Na Taberna todo mundo já sabe, quando mais se aproxima do coração mas lenta fico. Perco rápida o ar acelerado e fico silenciosa como manhã de chuva. Tenho que te dizer das minhas condições, eu sei. Puxo a agulha e vou registrando minhas condições com as linhas coloridas…

Taberna

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12 de septiembre del 2019

LLegue a la taberna en la hora marcada. La primera sorpresa fue mayuscula cundo vi el cambio de nombre del local. En el cartel anunciante ahora se leia: Taberna Doña Flor. Verifique, entonces ,que la anormalidad , los acontecimientos moderadamente excepcionales seguian formanmdo parte de mi cotidiano. Una marca patafísica que me resulta casi dificil de desprenderme. Ademas, no veo porque tendria que escaparme de ese destino si todo el mundo y yo me incluye en ese todo-mundo sabe que mi vida no es un rizoma de normalidades. Nunca me pasa y nunca me paso lo medianamente esperado. Lo que me parece algo mas que interesante,me parece algo bueno Ser normal fue siempre una cosa que me incomoda hoy y me incomodaba de un modo persistente.Resulta muy dificl,`para los que no son patafisicos, tornar razonable las cosas anormales.

Creo, Andrea, que mi primera anormalidad pasa y siempre paso,por no creerme obligado a escribir en serio, ser serio como form,a de ejercitar una …

Gente velha.

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Tem gente que nunca foi criança. * Tem criança que já nasce velha. * Pequenas coroquinhas, estas velhinhas.

Afetos e possibilidades.

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Estava distraída quando encontrou. Sempre fantasiou encontrar algo importante assim, de repente, sem alarde. Sentada ao lado dele conversavam formalidades. Palavras que preenchiam o espaço vazio daquele percurso do trabalho para casa. O tempo, os políticos, a violência. Isso que se diz quando não se quer dizer nada. Distraída não percebeu que estava sentada ao lado de uma possibilidade. Uma possibilidade de amor, era o que ele era, percebeu de súbito. Mudando,quase como reflexo a postura do corpo, afinal não se senta corcunda ao lado de uma possibilidade de amor,pensou: Ele que até aquele instante nada significava, tornou-se então uma possibilidade de calor. Como uma fruta verde que sem aviso, amadurece diante de olhos perplexos. Para que a possibilidade não amadurecesse rápido demais até apodrecer inteira no banco ao lado, a moça disfarçou o tom da voz, que fina denunciava que agora, assim sem aviso, as palavras haviam ganho, feito magia, um sentido outro. Com aquele recato que mantinha …

sem roupa, sem palavras - Fotolog

Para Gisele.

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Gisele, vale interpretar??

Tu bem sabes que ela não poderia fazer esse tratamento que recomendas...

Tu bem sabes.

Tenha um bom dia de trabalho. Nos vemos sexta.

Um beijo aquariano.

Conversas triangulares.

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"Eu só peço a Deus que a dor não me seja indiferente,

Que a morte não me encontre um dia, solitário sem ter feito o que eu queria."Albano e Warat.

Enquanto lia teus textos esse trecho da música da MercedezSosa ficou girando na minha cabeça.
Confesso que tuas discussões com o Warat sobre o rito de despedida gradual me angustiam um pouco. Não havia me dado conta do porquê, mas no teu último texto, quando essa música veio, descobri.
Poder se defrontar com a finitude assim, com essa clareza e de cabeça erguida é tarefa para poucos. Por que poucos vivem a vida assim, de frente, conscientes. E quando sabemos que ao longo da nossa vida tivemos a coragem de vive-la de forma plena, então podemos realizar a caminhada do elefante com a alma tranquila.
E foi esse ponto que me pegou, "que a morte não me encontre um dia, solitária sem ter feito o que eu queria".
O fim é agora, a todo instante. E tocou, talvez por isso tenha demorado tanto a te responder, tocou nestas minhas questões, …

Um amor bem clichê.

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Vem que eu não tenho mais tempo. Vem logo, me beija e me leva pra junto de ti. Vem que a vida não para. Que de olhos fechados eu sei, é felicidade o que sinto por ti.
Vem que eu já tive de tudo, que eu tenho muito e quando me abraças esse muito e nada, e nada é o que eu sinto se estou longe de ti.
Vem que eu tenho pressa. Que esse amor é urgente, que eu sei, você sabe, que é especial o que existe entre a gente. Que esse afeto não cabe na conta,e no nosso silêncio te digo que sim.
Vem que sem teu sorriso não faz mais sentido. Que sem teu suor eu morro de sede. E que eu só respiro se sinto teu cheiro.
Vem logo, ligeiro que já perdemos muito tempo. Te apressa e vem viver esse amor bem clichê.

Andréa.

Aquela mulher.

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Tinha os cabelos longos e sedosos, lembrava muito uma jabuticaba suculenta. E eu admirei a forma simples da mulher estar na vida.
A filha, para quem ela escolheu estar, era suave e delicada, e também um pouco triste. Dessas tristezas transparentes que carregam os pequenos que tem um adulto inteiro só para si.

E eu que nasci madura da cabeça de meu pai, nunca soubera o que é ser assim, simples e inteira como aquela mulher.

Os filhos que escolhi ter carregavam minha marca, doce mistura de quietude e selvageria.

Olhando para a mulher e sua menina pude ver inteiro o que já sabia. A vida que escolhi restava incompleta.

Plena de defeitos minha pele era feita de Cal.

Não sabia o que era ser mansa.

Nasci com sede. Sede de Sal.

Nunca soube amar o que a vida me deu.

Guardo escondido o ressentimento daqueles que vivem uma vida de promessas.

Tenho a alma irada, daqueles que vagam e nunca encontram.

Queria poder viver o que a pele de uma mulher me permitia. Nunca pude.

Sua uma mulher inacabada.

Guardo em mim t…
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9 de setiembre del 2019

Querida Andrea :

Creo que me venciste y terminaré aceptando colaborar en tu tesis de doctorado sobre mi. En el fondo tus dragones ya sabian que terminaria aceptando. Te conozco desde el 2009, o sea ya casi diez años, desde entonces nuestros cuerpos se comunican sin precisar hablarse. La semiologia energetica, si bien la ciencia no la admite, existe. Es una semiologia muy refinada, tiene codigos de comunicacion no explicitos que no funcionan para todos los cuerpos. Los que hablamos ese lenguaje nos reconocemos inmediatamente miembros de esa comunidad linguistica. Muchas veces sin siquiere precisar del leve rozar de las manos. Una comunicacion sin signos, sin simbolos, unicamente hecha de designaciones energeticas. Lo mas atrapante de esta semiología es su permanente estado de lee indeterminacion significativa. Cuando los cuerpos se comunican saben exactamente lo que el otro cuerpo quiere decir, claro que queda un margen de duda, que termina tornando a la comunica…

DENÚNCIA violência no Barra Shopping de Porto Alegre.

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Ontem fui jantar com uma amiga no Barra Shopping, o novo Shopping da Zona Sul e ela contou algo muito sério. Estava ela, em outro momento, entrando no shopping com o namorado e ouviu gritos. Logo ali, ao lado dos restaurantes que ficam de frente para o Guaibaconstruíramparedes altas de madeirinhas. São painéis de madeira que eles colocaram para tapar algumas partes.

Bom a questão é que do outro lado os seguranças espancavam um adolescente. Vários seguranças. E pela madeira vazada dava para ver. Eles começaram a gritar e rapidamente os seguranças dispersaram e "sumiram" com o guri.
Eles foram até a segurança reclamar e ligaram para a BRIGADA. A BRIGADA MILITAR não veio, porque será? Será que algum policial é segurança por lá? O chefe da segurança deu uma longa explicação sobre os motivos daquela agressão.
O guri era um "drogado", havia atacado um casal que preferiu não dar queixa e também estava tentando furtar no Big.
E eu pergunto: E DAI?
Os seguranças agora são polic…
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Warat, querido.

Demorei uma semana para elaborar teu convite. Fiquei surpresa e tocada por querer dividir comigo a construção da tua biografia.
Tentei não pensar aquelas bobagens que imaginas, da responsabilidade e da capacidade para fazer algo sim, mas pensei.
No entanto vou deixar essas coisas de lado, e para roubar-te memórias e criarmos juntos outras tantas, rogo aos deuses gregos apenas a coragem e sensibilidade necessárias para contar, junto contigo, tua vida.

Aceito teu convite, de todo coração.
Será uma honra construir contigo as cores da Taberna, seus cheiros, seus sons, tuas memórias e teus afetos. Um bom vinho e muito livros.

Espero ser uma boa ladra!

Um beijo bonito.


(Na foto, uma sugestão de placa para Taberna!)

A fuga do Desejo.

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Acordou tarde, meu Desejo Fez as malas, se alimentou e partiu. Deixou para trás muitas coisas pelo chão Um lençol de afeto vibrante, que usava na sua última noite estava caído ao lado da cadeira.
Quando acordei, o sol já estava alto.
Do meu Desejo encontrei só vestígios.
Migalhas de amor estavam sobre a mesa.
Um copo de vida fresca que ele deixou pela metade.


Abri meus armários e fui conferir o que o Desejo me levara, depois da noite que vivi.
Cansada, naquele dia claro e calmo, percebi, que o Desejo ao partir, deixou vazio meu armário de vestir.


Levou com ele aquele sorriso rosa largo que eu usava nas manhas de domingo.
Um toque delicado, acessório discreto para usar nas noites de festa? Também levou.
O brilho intenso, dos meus olhos escuros, levou todos, não restou nenhum.


Meus beijos coloridos, que guardava em uma caixinha perto das meias dançarinas, levou quase todos, deixou dois apenas.
O beijo noturno das crianças, e o beijo dos cachorrinhos.
As meias? Levou também, agora sei que não poderei …

Lá de Santa Maria...

O fotolog do querido Albano * http://www.fotolog.com.br/albanopepe * * * e o blog da minha prima mimosa Carol * http://filosofiasdetravesseiro.blogspot.com/

OLHAR A MAIS

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Para Andréa.
"Ganhei" o título do meu blog com a indicação de Andréa Beheregaray. Uma menina doce, inteligente, que nos leva para outros mundos com suas palavras. Uma menina como uma flor."


Para uma Menina com uma Flor


Porque você é uma menina com uma flor e tem uma voz que não sai, eu lhe prometo amor eterno, salvo se você bater pino,o que, aliás, você não vai nunca porque você acorda tarde, tem um ar recuado e gosta de brigadeiro: quero dizer, o doce feito com leite condensado.



E porque você é uma menina com uma flor e chorou na estação de Roma porque nossas malas seguiram sozinhas para Paris e você ficou morrendo de pena delas partindo assim no meio de todas aquelas malas estrangeiras.



E porque você sonha que eu estou passando você para trás, transfere sua d.d.c. para o meu cotidiano, e implica comigo o dia inteiro como se eu tivesse culpa de você ser assim tão subliminar. E porque quando você começou a gostar de mim procurava saber por todos os modos com que camisa esporte…

A-chutti!

HÁ chuti? Teu nome, um "chuti". Tens impulso na identidade. _____________________ Hehe, tive que brincar com teu nome. Bem-vindo neste blog!

Provocação.

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Para Albano, Nunca estamos nus. Sempre estamos nus. Depende do olho. Do olho de quem vê. Capturamos a nudez do outro? Ou o outro traduz na captura nossa nudez? A provocação vem sempre de dentro. É o outro fragmento, e nós? Espelhos.

Mente livre.

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Na esteira do Salo,



Rir do conhecimento e passar a mão na bunda do guarda? Expressões máximas da liberdade!

Liberdade

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Lendo o post de ontem no TPM, lembrei da célebre idéia defendida pelos integrantes do jornal Planeta Diário - fundado por ex-integrantes do Pasquim - e do fanzine de humor Casseta Popular, na década de 80, antes da fusão "Casseta & Planeta".

No Brasil pós-Ditadura a juventude vivia a época do desbunde (Cazuza), na qual se lutava contra toda espécie de veneno chamada caretice (Frejat).

Naquela efervescência, os Srs. do atual Casseta & Planeta gritavam: "Liberdade é passar a mão na bunda do guarda!" Disseram tudo. Do Salo, em :http://antiblogdecriminologia.blogspot.com/

As cores da Taberna.

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Para Warat,
Ontem lendo teu texto fiquei sensibilizada. Muitas coisas me tocaram, mas não quero coloca-las em palavras. Quero deixar a palavra de lado, escolhi ficar com as cores, os sons, a música. Quero falar da Taberna. Segue você pela estrada, na curva de Santo Ângelo você é surpreendido pela imagem de alguns índios guaranis.Lembra logo da tua Kiara. Mas os índios que encontras não são deste tempo, de agora. Índios fortes e antigos, todos com suas vestimentas de guerra, param e apontam, naquela direção tem uma taberna e uma Dona.

Você segue teu caminho e já ao anoitecer ouve a música alta e as risadas que vem de um prédio antigo ilumidado,fora, por um lampião. Uma placa de madeira talhada indica "Taberna da Dona".

Você entra e o que encontra te alivia a alma. Chão de pedra, algumas paredes de tijolos, outras paredes vermelhas,mesas rústicas de madeira e sobre todas elas, velas. Em todo lugar encontras livros, percebe que a Dona da taberna tem um grande estoque de vinhos, dos…

Dica de felicidade.

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Quer lavar a alma?

Tome banho de lambida!

Dica de felicidade.

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Quer lavar a alma? Tome banho de lambida!

Prisioneira

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Teu sorriso?
Prisão a céu aberto.

Flores para mim.

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Sem saber, todos os dias me oferecia flores...

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Em todas as nossas despedidas

permanecerei despida...

ALTERIDADE

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Para entender a alteridade é preciso SENTIR a alteridade. O reconhecimento da alteridade é resultado da capacidade empatica, portanto amorosa. Sem isso resta apenas uma palavra esvaziadade SENTIdo.
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Quer entender a violência?

Então vamos falar de AMOR.

Políticas Públicas para o Afeto.

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Quando se deseja combater a violência, é só de violência que se fala, fato. Pouco se ouve,, no entanto sobre o afeto, capacidade de vínculo e sensibilidade. A violência manifesta se dá por diversos motivos, porém o que se encontra na base de muitos casos é uma grande atrofia afetiva.

Atrofia esta, que faz com que o Outro fique destituído de características humanas, e estando destituído, o outro deixa de ser sujeito e se torna "coisa" apenas.







A capacidade empática, que é a capacidade de me colocar no lugar do outro e imaginar como ele se sente, é um impeditivo do exercício da violência. Se o outro deixa de ser sujeito e vira "coisa" a empatia não se faz necessária. Eu não preciso ser empático com uma cadeira, me preocupar se ela está cansada de sustentar, ou se eu a estou machucando.

No entanto a preocupação com os "afetos" dos profissionais envolvidos no "combate a violência" é muito pouco discutido. Hoje, e talvez sempre, aqueles que trabalham c…